segunda-feira, 8 de setembro de 2008
Pequeno Dicionário Japonês/Português [Parte 2]
Como prometido, aqui está a continuação do nosso dicionário.
Espero que gostem...
XD
[PARTE II:FRASES/ EXPRESSÕES COMUNS]
Ee, soo desu: Isso está certo, okay
Iie, chigaimasu: Isso está errado, você cometeu um erro/engano
Kyoo wa ii tenki desu ne: Hoje o tempo está bom, não é?
Sumimasen: Com liçença, desculpe (por erro ou engano)
Arigatou (gozaimasu): Obrigada (forma pólida)
Doitashimashite: De nada/ não foi nada
Chooto matte: Espere um momento
Ii desu: Tá legal (no sentido de tudo bem, okay)
Hai: Sim
Iie: Não
Tadaima: Cheguei! Tô de volta!
Okaeri(nasai): Bem-vindo de volta.(Se diz para à pessoa que está voltando para casa).
Irasshai: Bem-vindo, dito ao freguês que entra em algum estabelecimento comercial
Kudasai: Por favor, por gentileza.
Onegai: Por favor
Matte: Espere!
Subarashii: Maravilhoso!
Sugoi: Incrível, sensacional.
Yatta: Consegui, Conseguiu (Para quem se dirige a palavra), que bom (Para quem se dirige a palavra).
Shin nen akemashite omedeto gozaimasu: feliz ano novo(cumprimentando-se)
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
Pequeno Dicionário Japonês/Português [Parte 1]
Boa Tarde a todos!!!
Depois de meses, Venho trazer para todos vocês uma pequena contribuição para todos:
Um pequeno, porém abrangente, dicionário Japonês/Português, a ser publicado nessa e nas próximas edições do nosso jornal.
Espero que curtam, opinem e dêem sugestões para próximas matérias...
[PARTE I: CUMPRIMENTOS/SAUDAÇÕES]
- Ohayoo Gozaimasu: Bom dia
- Konnichi wa: Boa tarde/ Olá
- Konban wa: Boa noite
- Oyasumi nasai: Boa noite (antes de dormir)
- Sayonara: Adeus
- Ja ne: Tchau, té mais!
- Anou » "Ei..." , "Hmm".
- Watashi wa… dessu: Eu sou…
- Hajimemashite: Prazer em conhecê-lo
- Moshi Moshi: Alô (obviamente ao telefone)
- Ogenki desu ka?: Como você está?
- Hai, genki desu: Estou bem
- Daijoubu: Estou bem
- Daijoubu ka?: Tudo bem? Você está bem?
- Itadakimasu - Agradeço à pessoa que preparou esta comida
- Okawari - Quero mais ( repetir a comida )
- Ittekimasu » Se diz quando está saindo de casa, ou algum outro lugar.
- Itterasshai » Se diz à pessoa que está saindo de casa, ou algum outro lugar.(Mais adequado quando a pessoa está saindo de sua moradia).
- Omedetou gozaimasu - Parabéns
- Kampai: Saúde! (quando se faz um brinde)
terça-feira, 1 de julho de 2008
HELLYEAH: COLUNA DE MUSICAS
Nesta coluna, vamos tratar Sobre Animes, mais precisamente sobre suas músicas (Viva as OST´s!!!)!!!
Para começar:
Samurai X ou Rurouni Kenshin - Meiji Kenkaku Romantan
(るろうに剣心 - 明治剣客浪漫譚, Kenshin, o andarilho - Crônicas de um Espadachim da Era Meiji?) é uma série de mangá criado pelo artista Nobuhiro Watsuki e posteriormente adaptado em anime.
A série, ambientada nos primeiros anos da Era Meiji no Japão, conta a história de Kenshin Himura, um pacífico espadachim que prometeu a si mesmo nunca mais matar.
O mangá foi publicado originalmente na revista japonesa Shonen Jump. O trabalho completo rendeu 28 volumes encadernados.
O anime chegou ao Brasil no final de 1999, trazido pela Columbia Pictures (distribuidora internacional) e foi exibida pela Rede Globo até meados de 2000, com várias cenas cortadas, episódios pulados e sem o final. Em setembro de 2001 a emissora por assinatura Cartoon Network passou a exibir a série, exibindo-a até o final, a qual foi concluída em maio de 2002. Em setembro de 2003 ainda exibiu o longametragem da série, Rurouni Kenshin: Ishin Shishi no Requiem. A série ainda é reprisada com regularidade pelo canal.
O mangá foi publicado no Brasil a partir de maio de 2001 pela Editora JBC em 56 volumes (cada um sendo metade do original tankōbon), mantendo o formato de leitura japonesa. De início mensal, a partir da edição 5 o mangá passou a ser quinzenal até sua conclusão em novembro de 2003. O capítulo especial A Sakabatou de Yahiko foi lançado pela mesma editora em 10 de Julho de 2004, durante um evento Anime Friends. A editora também lançou em novembro de 2004, o Kenshin Kaden, uma enciclopédia da série.
No Brasil permanecem inéditos os episódio 95 e os OVAs Rurouni Kenshin: Tsuiokuhen e Rurouni Kenshin: Seisōhen.
Musicas:
Titulo
Autor
Tamanho
Tempo
nota
Blast (Jinpu Song)
Takehito Koyasu (Jin Fuu)
12.3 MB
5:23
10
Sekai-bun no Ichi no Boku (Yahiko Image Song)
Miina Tominaga
10.4 MB
4:31
0
2 of a Kind! (Sannosuke & Megumi)
Yuji Ueda & Mika Doi
9.3 MB
4:04
9
1/2 (OP2)
Kawamoto Makoto
7.2 MB
5:13
10
Kimi Ni Fureru Dake de (OP3)
Curio
4.9 MB
5:26
10
Itoshisa no Hate (OVA ED)
Hiroko Kasahara
10.1 MB
4:25
9
Ai suru Hito wo Mamoru Tame ni (Kenshin Image Song)
Mayo Suzukaze
10.2 MB
4:29
0
Natsu no E (Kenshin and Kaoru)
Mayo Suzukaze & Miki Fujitani
10.8 MB
4:43
0
Towa no Mirai (Ishin Shishi e no Requiem Movie ED)
Eizo Sakamoto, Sheja, Masaki
4.7 MB
5:07
0
Niji (abertura do filme - Ishin Shishi no Requiem)
Larc~En~Ciel
11.7 MB
5:09
10
Tactics Alive
Yellow Monkey
6.7 MB
7:12
10
1/3 No Junjou Na Kanjou (ED6)
Siam Shade
3.4 MB
3:42
10
Tactics (ED1)
Yellow Monkey
4.1 MB
4:25
10
Freckles (Sobakasu - English Version)
Judi And Mary
1.4 MB
1:35
1
Sobakasu (OP1)
Judy and Mary
3.8 MB
4:15
5
Heart of Sword (ED3)
T.M.Revolution
3.7 MB
4:03
10
It's Gonna Rain (ED5)
Bonnie Pink
4.2 MB
4:38
10
Fourth Avenue Cafe (ED4)
L'Arc~en~Ciel
4.6 MB
5:03
10
Dame! (7th Ending)
You Izumi
2.7 MB
3:41
10
One Half
-
4.8 MB
5:11
10
Namida Wa Shitte Iru (ED2)
Hiroko Kasahara
4.2 MB
4:31
9
Shades of Revolution
-
6.5 MB
7:03
10
Alone Again
-
9.5 MB
3:13
10
Sobre o que é o RPG???
BOA NOITE, DE NOVO!!!
Aos interessados, ou simplesmente aos curiosos, aqui vai uma matéria sobre as origens do RPG e de suas "categorias":
O que é RPG...?
Conceitos básicos sobre Role Playing Game
Role Playing Game - Jogo de Interpretação de Papéis - mais conhecido pela sigla RPG, consiste na união do conceito de teatro com as regras de um jogo, onde temos a interpretação de personagens ficcionais controlados pelo seu respectivo jogador.
No teatro, os atores decoram seu script - conjunto de ações, gestos, falas... - e interpretam personagens de ficção, seguindo o enredo pré-definido pelo autor. Em um jogo, as pessoas tomam decisões limitadas pelas regras, para ultrapassar desafios, ser melhor do que seus adversários e vencer o jogo. Quando se une o que há de melhor nesses dois universos, temos o RPG.
Uma partida de RPG consiste, basicamente, em um grupo de pessoas, onde uma delas assumirá o papel de "narrador" - algumas pessoas ainda usam o termo "mestre" - e os demais, serão os jogadores. Para enriquecer a partida, adicione livros de algum sistema de sua preferência, pois sem regras o narrador não irá convencer os jogadores dos rumos tomados pela história.
Antes da partida, o narrador deverá orientar os jogadores - sempre seguindo as regras do sistema escolhido - para preencher a ficha do personagem. Nela encontramos informações essenciais como por exemplo, força, resistência, inteligência, detalhes sobre a personalidade, perícias, entre outros. Todos os jogadores já possuem seus personagens...? Então é hora do narrador contar uma introdução sobre a aventura, para conscientizar os jogadores sobre o que aconteceu até alí, e finalmente dar à eles, um objetivo básico que irá desencadear o início da aventura.
Os acontecimentos vão sendo narrados, os jogadores seguem imaginando tudo o que acontece. E quando um personagem precisa tomar uma atitude...? O jogador em questão diz ao narrador o que pretende fazer, é analisado se esta atitude é viável - baseado na ficha do personagem - e em seguida, são jogados dados. Dependendo do valor obtido, o ato é realizado com sucesso ou não.
Os dados são peças fundamentais em um RPG, e eles não se limitam nos dados de 6 lados tradicionais. Existe uma variedade, alguns mais raros e usados apenas por determinados sistemas, e podem ser chamados pela letra "D" seguida pela quantidade de lados. Assim, teremos para o dado de 8 lados, o nome D8 assim como para o dado de 12 lados, o nome D12.
Para não limitar a quantidade de personagens ao número de jogadores, é comum haver muitos personagens controlados pelo narrador. São conhecidos como NPC - sigla de Non-Player Character. Eles servem para enriquecer a história, dando informações úteis aos personagens ou para atrapalhar a vida deles, servindo de adversários.
Cada sessão de RPG é uma experiência única. É impossível o narrador ter controle total da história, pois nunca se sabe o que os jogadores irão decidir diante das adversidades criadas no decorrer do caminho. Após certos eventos, o narrador irá distribuir pontos de experiência para os personagens - baseado nas regras do sistema - permitindo que eles evoluam seus atributos, tornando a partida ainda mais interessante.
Como se ganha o jogo...?
Se é um jogo, precisa haver um vencedor, certo...? Não, na verdade não...
A resposta não é simples para os novatos compreenderem, mas uma boa partida de RPG não existe esse tipo de competição. Geralmente os jogadores são unidos em nome de um objetivo em comum, e seus adversários são personagens controlados pelo narrador, os já mencionados NPCs. É válido esclarecer que o narrador não está contra os jogadores só porque controla os NPCs adversários. Caso um narrador resolva terminar a partida, basta ele assim desejar e criar uma situação que nem mesmo o mais forte e experiente dos jogadores poderá se safar e... fim de jogo. Um bom narrador saberá dosar o nível de desafio com a diversão.
Obviamente, quando os jogadores e o narrador não possuem muito tempo livre para jogar, resumem drasticamente as regras e quase não desenvolvem uma história. Nesses jogos mais rápidos, é comum que o narrador coloque os personagens, uns contra os outros, assim o jogo termina rapidamente quando alguém vence a batalha. Alguns dos jogadores mais clássicos não enxergam essa "modalidade" com bons olhos, uma vez que se perde grande parte da essência da interpretação e fantasia.
Quais as outras formas de se jogar RPG...?
Já que é algo tão amplo, é claro que existe variações da sua prática
Se o RPG de mesa - narrador, jogadores, livros, regras e dados - é o equilíbrio entre o teatro e os jogos de regras, as variações surgem quando tal mistura ganha mais influência de alguma das partes.
Pegue o RPG. Agora adicione à ele mais interpretação e reduza a importância das regras, trazendo ele para mais próximo do teatro. Assim teremos os Live Actions - em bom português, "Ação ao Vivo". Cada jogador representa seu personagem exatamente como um ator o representaria, incluindo possíveis roupas e acessórios para enriquecer o ato teatral. Como geralmente um Live Action se parece mais com uma festa à fantasia, eles são realizados em lugares mais reservados, distantes do público. Além disso, esses eventos realmente se parecem com uma festa, pois como o trabalho do narrador chega a ficar mais simples - lembre-se, as regras são mais simples - é comum ter um grande número de jogadores e mais do que um narrador - Uma medida boa, é um narrador para cada 10 ou 20 jogadores. Para aumentar ainda mais o dinamismo do Live Action, os dados do RPG de mesa são substituídos por cartas de baralho, par ou ímpar, pedra-papel-tesoura, ou qualquer outra maneira rápida de decidir o sucesso de uma ação. Pra finalizar, um Live Action possui uma regra muito importante: o toque é proibido. O toque é narrado, pois tocar seu adversário de verdade pode gerar brigas - um jogador mais exaltado poderia aplicar força e machucar de verdade seu adversário.
Agora pegue o RPG novamente mas adicione desta vez, mais e mais regras e reduza a interpretação. Assim teremos os RPGs Eletrônicos, sejam eles de videogame ou computador. A base inicial dos RPGs Eletrônicos foi inspirada no sistema D20, de Dungeons & Dragons, onde temos atributos como HP, MP, Level, experiência, entre outros. Quando dizemos pra reduzir a interpretação, na verdade por parte do jogador, ela é praticamente nula se limitando à tomadas de decisão. A interpretação se resume ao personagem, com atitudes previamente programadas. Alguns jogadores mais clássicos não aceitam o RPG Eletrônico como forma de RPG, por não haver interpretação, porém é uma forma fácil de começar a se acostumar com este universo, pois não é preciso conciliar tempo livre de um grupo inteiro de jogadores.
Se adicionarmos estratégia à esta fórmula chegaremos no RTS, sigla para Real Time Strategy. Esses jogos são facilmente reconhecidos pela fórmula: coleta recursos, constrói uma cidade, prepara um exército e parte para o ataque. A maioria das pessoas julga este derivado do RPG como algo mais limitado, mas é necessário compreender que o foco aqui é outro. Também podemos ter aqui atributos básicos como por exemplo, HP, MP, Level, e uma história de fundo para dar o clima à aventura.
Se alguém levar o RPG Eletrônico para a internet, e permitir que vários jogadores coexistam em mesmo mundo, teremos o MMORPG, sigla de Massive Multiplayer Online Role Playing Game - ou de algumas variantes, como Multi Massive Online Role Playing Game por exemplo - um formato de sucesso que movimenta milhões de dólares pelo mundo afora. Nele não existe um herói ou grupo de heróis principais como nas outras formas de RPG, pois aqui todos são igualmente importantes, sendo diferenciados no máximo em uma hierarquia sobre o level e experiência - adquiridos no decorrer do jogo. Geralmente jogadores com level alto podem criar uma guilda - ou clã - onde abrigará jogadores novatos sob sua proteção.
Até aqui tudo bem... o RPG possui alguma contra-indicação...?
Como tudo na vida, jogar RPG exige uma dose de responsabilidade e bom senso!
É comum encontrar - principalmente espalhados na internet - grupos contra o RPG. Eles ganham força quando pessoas de mente fraca - que não possuem a habilidade básica de distinguir a realidade da ficção - resolvem se meter em encrencas sérias.
O que esses grupos não levam em consideração, que o problema não é o RPG e sim o indivíduo em questão. Nunca no mundo, em nenhuma outra época, foi possível ter acesso à tanta informação, tão rápido. Algumas pessoas não conseguem assimilar isso, e quando se apegam em algo, ela cria o fanatismo por aquilo na tentativa de deixar sua vida mais interessante - ou talvez, usar essa influência para fugir da sua própria realidade.
Seja fanatismo por futebol, fanatismo por alguma personalidade da tv ou da música, ou fanatismo por RPG. Não importa. Fanatismo é algo perigoso e pessoas podem morrer por causa dele!
Baseado nisso, como tudo e qualquer coisa - absolutamente qualquer coisa - que você vai fazer na sua vida, faça com responsabilidade e bom senso.
TEXTO EXTRAÍDO DE:
http://www.rpgonline.com.br/o_que_e_rpg.asp
Acessado em 01/07/2008
Jornal Hikari News- 1ª Edição
Em sua primeira edição neste novo formato, o Jornal Hikari News tem o prazer de dar as boas vindas a todos os seus leitores...
Muitas novidades, informações, curiosidades e matéria interessantes virão...
Que esse seja o início de uma nova era para o Clã.
Sugestões, críticas e comentários serão bem-vindos.